O superintendente do Departamento Autônomo de Água e Esgotos (Daae), representando o prefeito Edinho Silva, assinou dois contratos com o governo do Estado – Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos, hoje (28/06), no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.

O primeiro contrato refere-se à liberação de recursos para a dragagem do lodo nas lagoas aeradas 1 e 2 e de sedimentação 1 e 2 da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Araraquara e o outro contrato à gestão de controle de perdas, no setor Fonte, criação de distritos de manutenção e controle, projetos elaborados pelo Daae e aprovados pelo Comitê de Bacia Hidrográfica Tietê–Jacaré (CBH-TJ).
O custo total das duas obras está estimado em R$ 2.420.172,48, sendo R$ 1.815.129,36 financiados pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro) e os R$ 605.043,12 restantes, financiados com recursos próprios do Daae.
Estiveram presentes ao evento o governador Márcio França e Ricardo Borsari, secretário de Saneamento e Recursos Hídricos.
Dragagem do lodo – O projeto prevê a remoção, por meio de dragagem, do lodo das lagoas aeradas 1 e 2 e de sedimentação 1 e 2 da ETE Araraquara. O valor estimado do projeto é de R$ 2.016.084,00, sendo R$ 1. 512.063,00, do Fehidro e R$ 504.021,00 de contrapartida do Daae.
O projeto aprovado é a primeira fase de um programa de recuperação da Estação de Tratamento de Esgoto, cujo objetivo é melhorar a eficácia do tratamento do volume de esgoto recebido pelas lagoas, bem como prolongar a vida útil das mesmas. O projeto propõe a colocação de uma draga de sucção nas lagoas para a retirada de, aproximadamente, 140.851,88 m3 de lodo. O Daae prevê começar as obras em até 6 meses. A ETE Araraquara está localizada na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, SP 255.
Setorização da Fonte – O projeto consiste na segunda fase da subsetorização da Fonte e é direcionada para o controle e combate às perdas na distribuição. A setorização do abastecimento do setor Fonte consistirá na execução de uma válvula redutora de pressão e sete medidores eletrônicos, na rede de água, no quadrante compreendido entre a avenida Dona Corina David (norte), avenida Maria Antônia Camargo de Oliveira (leste), avenida Prudente de Moraes (sul) e rua João Gurgel (oeste).
A subsetorização consiste em minimizar a quantidade de vazamentos na rede de distribuição, aprimorar o monitoramento e a medição do volume de água do setor, além de diminuir o intervalo no desabastecimento, quando há suspensão temporária do fornecimento de água.

Foto: Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo.
Assessoria de Comunicação, 03 de julho de 2018.

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