Custo de água e esgoto, tarifa de ônibus, arrecadação de IPTU e CIP têm valores menores em relação a São Carlos, Rio Claro e outros municípios de mesmo porte.
 
As tarifas, taxas e impostos de Araraquara estão dentro da média ou com valores abaixo que os cobrados por cidades da região com o mesmo porte populacional, segundo levantamentos de diversos setores da Prefeitura e do Daae (Departamento Autônomo de Água e Esgotos).
De acordo com a autarquia, em uma lista de 31 cidades do mesmo tamanho ou maiores no estado de São Paulo, Araraquara tem a 8ª tarifa de água e esgoto mais barata (São Carlos é a 14ª e Rio Claro é a 21ª). Já a Taxa de Resíduos Sólidos de Araraquara é a 7ª mais barata em uma lista com 22 municípios.
Na categoria residencial, os preços ficam entre 10% e 16% abaixo da média cobrada pelos municípios (o índice varia conforme o consumo). “Entre as dez primeiras da lista, Araraquara é a única que não cobra o consumo mínimo, ou seja, é cobrado apenas o que é medido”, explica o superintendente do Daae, Marcos Isidoro.
Em relação ao IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), Araraquara tem uma defasagem de cerca de R$ 30 milhões em arrecadação na comparação com São Carlos, sendo que a cidade vizinha tem estimativa de habitantes parecida e número de imóveis também semelhante.
Segundo o coordenador de Administração Tributária, Milton Lopes da Silva Júnior, a Prefeitura de Araraquara lançou R$ 72 milhões em IPTU em 2017, mas deve arrecadar R$ 56 milhões. Em São Carlos, até outubro, foram arrecadados R$ 77 milhões de R$ 86 milhões previstos até dezembro, segundo os dados do Portal da Transparência. “Comparando IPTU com IPTU, são R$ 30 milhões de defasagem para uma cidade do mesmo porte em apenas um exercício [2017]”, explica.
Quando o assunto é transporte coletivo, Araraquara tem uma das menores tarifas entre as cidades de porte médio da macrorregião: R$ 3,60, o mesmo valor cobrado em Catanduva. Outros municípios têm preço maior: Rio Claro (R$ 3,80), Bauru (R$ 3,80 no dinheiro e R$ 3,65 no cartão), Ribeirão Preto (R$ 3,95) e Franca (R$ 4,10). A única cidade com tarifa menor é São Carlos (R$ 3,50), mas o município ainda não reajustou o valor em 2017.
Iluminação pública
Segundo o gerente de Iluminação Pública, Alex Nery Miranda, a comparação entre cidades em relação à cobrança da CIP (Contribuição da Iluminação Pública) é muito complexa, pois depende do contexto de cada município – por exemplo, a quantidade de pontos de iluminação.
“Cada cidade tem os seus números, a sua realidade, a sua metodologia de cobrança”, explica o gerente. Um município que não cobra a CIP pode ter dificuldades de receita para a iluminação, o que prejudicaria a qualidade do serviço prestado à população.
Alex explica que a CIP de Araraquara é autossuficiente, ou seja, consegue suprir todas as despesas de manutenção da iluminação pública e ainda reserva uma quantia excedente para novos investimentos.
Em outubro, por exemplo, a CIP gerou receita de R$ 1,2 milhão à Prefeitura. Porém, cerca de R$ 900 mil foram pagos em energia elétrica pelo Município à CPFL Paulista (quem paga a conta de luz das praças e todas as ruas e avenidas da cidade é a Prefeitura).
O restante do valor é investido na manutenção da iluminação ou em projetos de melhoria, como o “Ilumina Araraquara”. A etapa mais recente do programa levou iluminação LED a toda a extensão do Shopping Jaraguá até o Balão das Roseiras. Outras fases contemplaram o Bosque do Botânico e o Residencial dos Oitis, um dos bairros mais carentes de estrutura de Araraquara.
A Prefeitura tem um telefone gratuito (0800 770 1515) à disposição para que a população informe locais com defeito na iluminação. Somente em outubro, foram trocadas cerca de 700 lâmpadas, reatores e leitores de fotocélula (sensor que identifica a ausência de luz do sol e faz a lâmpada acender).
“O serviço deve ser feito em até 72 horas após a ligação. É importante que a pessoa informe o endereço corretamente, o que facilita o trabalho das equipes responsáveis. O atendimento é das 10h às 16h30, de segunda a sexta-feira”, explica o gerente.
 
Fonte: PMA
 
Assessoria de Comunicação, 05 de dezembro de 2017
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